Passada a euforia com o Papai Noel, o ano inicia-se…

Como sempre, com alguns aumentos nos Impostos e tarifas de Transporte…

A passagem de ônibus está mais cara…

Acabei de receber o IPVA, já lembrando que também tem o IPTU!!!

Juntando tudo isso com as despesas feitas para os presentes do Natal, venho aqui, no primeiro texto de 2011, perguntar se realmente valeu a pena aquela correria toda para as festas de final de ano.

Principalmente quando lembro da fatura do cartão de crédito, cheia de parcelas inacabáveis de lojas de presente, roupa e livros.

Presentes para a família toda: pai, mãe, filho, neto, bisneto, tio, tia, primo, cachorro, papagaio, amigo…

Presentes para amigos conhecidos e obviamente para os “ocultos” também.

É muito presente.

Sem falar nas comidas.

Às 3 da manhã de 25 de Dezembro, vendo aquele monte de comida em cima da mesa, vem uma culpa gigantesca.

Será que não exagerei? Precisava de tanta comida assim?

Gosto muito da reunião da família e amigos. Festa. Todos reunidos em comemoração.

Geralmente são momentos importantes e memoráveis de nossas vidas.

Mas, sentimentos à parte, é preciso lembrar que tudo isso custa, e a empolgação do momento pode acabar em uma enorme depressão pós recebimento da fatura do cartão de crédito…

As festas são boas. Fundamentais.

Mas agora que você recebeu seu carnezinho do IPVA, começa a pensar no IPTU e soma tudo isso com os possíveis exageros do final de Dezembro, não acaba se perguntando:

Valeu a pena gastar tanto assim no Natal?

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Não necessariamente.

A cada dia que passa, tenho mais certeza que o fato de um indivíduo ser rico ou não, não está ligado a nenhum coeficiente de inteligência, mas aos seus comportamentos e pensamentos.

O inverso certamente também não é verdadeiro.

Afinal nem todas as pessoas inteligentes são ricas…

Inclusive, apenas uma pequena parcela dessas pessoas “inteligentes” é que realmente são ricas.

O restante é apenas inteligente.

Claro que a inteligência ajuda o indivíduo a desenvolver-se, e como uma das consequências desta evolução pode estar o enriquecimento.

Mas isso não é uma obrigação.

Tornar-se rico, milionário, bilionário, tem muito mais relação com a maneira com a qual você se relaciona com o dinheiro.

Essa relação pode estar sendo minada por pensamentos inconscientes que fazem com que você cometa algo chamado “auto-sabotagem”.

Um processo pelo qual você acaba sendo impedido (por você mesmo!!!) de tornar-se uma pessoa financeiramente saudável.

Esses pensamentos podem vir da lembrança de momentos ou experiências passadas que afirmam que ter dinheiro não é algo bom, ou até que não é necessário…

Tenho certeza que você está dizendo agora: “Mas que coisa mais sem sentido! É claro que eu quero ser milionário. Eu apenas não tive uma oportunidade!”.

Talvez esteja exatamente aí o problema.

Afinal ninguém tem oportunidades, e sim as cria.

Para não achar que eu sou o único maluco que acredita nessa história, deixo aqui uma indicação de leitura sobre o assunto.

Não se trata de um livro com textos gigantescos ou complicado de ler.

Fique tranquilo, pois é de fácil entendimento.

Trata-se do livro “Os segredos da mente milionária” de autoria de “T. Harv Eker”.

Algumas passagens talvez sejam meio exageradas como naquelas onde o autor pede para que você leia em voz alta certas frases para que a ideia seja fixada em sua mente.

Mas certamente, outras são bem úteis. Principalmente aquelas que nos fazem refletir sobre os comportamentos sabotadores que temos quando o assunto é dinheiro.

Fica a dica…

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SAIU NA MÍDIA

SAIU NA MÍDIA

EXTRA!!! EXTRA!!!

Clique no Jornal abaixo e acesse matéria publicada com este humilde escritor no Jornal O VALE de 23 de Novembro de 2010.

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Tirando raras exceções, você conhece alguém que tenha ficado milionário, assim, sem querer?

Tudo bem, surpresas acontecem. Mas temos que admitir que ser bem sucedido financeiramente não pode ser tratado como obra do acaso.

Antes de tudo, é preciso querer.

Ok, esse então é o primeiro passo.

Querer…

Mas não é um querer por querer, assim sem vontade, só porque está na moda ser rico, não.

Tem que ser de corpo, alma e principalmente mente.

Sim, mente.

Porque afinal de contas, se chegamos a conclusão que riqueza não é consequência de sorte, então deve ser de algo relacionado ao seu esforço, e uma ação somente é tomada após algum raciocínio, que por sua vez é processado em sua mente.

Tem que ser com sinceridade.

Não pode ser aquele pensamento alto, no meio da roda de bar ou no almoço com os colegas de trabalho, durante uma reclamação sobre como a vida tem lhe maltratado.

Não pode ser em tom de desabafo.

Agora que chegamos a conclusão que precisamos querer e que é preciso ter vontade, precisamos saber o tamanho do sonho.

Ou, por um golpe de sorte (ou seria azar?), você conhece alguém que ficou bilionário sonhando em ser “apenas” um milionário?

Afinal, o principal motivo que impede a maioria das pessoas de conseguir o que quer é não saber o que quer…

Para finalizar, agora que sabemos o que queremos com vontade legítima, faltam as atitudes.

É necessário caminhar em direção aos seus desejos com atitudes realizadoras, únicas e verdadeiras.

Não queira enganar-se.

Antes de perguntar-se porque as coisas não estão dando certo, reflita e veja se está tudo alinhado: desejo, mente e atitude.

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O casamento é uma empresa.

Sim, claro.

Duvida?

Ao casar na igreja, no civil, juntar as trouxas, viver junto, dividir contas, arrumar problemas, construir o ninho do amor, seja lá o que for, estamos assinando um contrato de Sociedade…

Isso mesmo, Sociedade, e com “S” maiúsculo.

E como em uma empresa é bom ter cuidado ao escolher seu “sócio”.

Não quero passar a imagem de uma pessoa fria, calculista, que não tem amor no coração.

Nada disso.

Afinal também tenho meus sentimentos, minha família.

Mas – e sempre tem um “mas” – a verdade é que toda essa felicidade tem um custo.

Ou alguém aqui ainda acha que é possível apenas viver de amor?

O pagamento do aluguel ou da prestação da casa; a escola dos filhos; o cineminha no final da tarde de domingo; conta de luz, água, gás, telefone; IPTU; fatura do cartão de crédito (essa sempre gera briga!), tudo isso, acreditem, custa!

O ponto não é o casamento em si, pois é bom.

Acreditem!!!

Já vi algumas pesquisas que chegaram a conclusão que o homem casado vive, em média, 7 anos a mais do que os solteiros!

Ok. Não necessariamente é uma boa conclusão. Depende do ponto de vista…

Brincadeiras à parte, é importante ter claro que junto com o casamento virão responsabilidades financeiras e principalmente, o dia a dia de duas pessoas que podem em algum momento discordar em alguns pontos, e dentre estes pontos pode estar a forma com que cada um vê o valor do dinheiro.

E isso, certamente, gera conflitos.

Os dois trabalham? Ou somente um coloca o dinheiro em casa?

A mulher é mais controlada e o homem mais gastão? (Acreditem, esse caso existe mais do que se imagina!)

A mulher gosta de passar o dia cuidando do corpo, embelezando-se para a triunfal chegada do maridão executivo?

O garotão malha o corpo durante o dia para malhar a mulher trabalhadora durante a noite?

Não existem exemplos bons ou ruins.

O que existe sim, é uma análise de risco e retorno, ainda que possa parecer estranho uma relação de amor, que envolva sentimentos, ser traduzida de forma matemática ou até mesmo de forma tão racional.

Portanto, veja bem para onde você está indo e perceba se está seguro ou não.

Afinal, as contas de hoje, e as de amanhã, serão pagas por você.

E tenha em mente, sempre, que o importante mesmo, é ser feliz!

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O carro é objeto de desejo.

Quem nunca pensou em andar em um daqueles carrões com uma série de opcionais?

Hoje em dia alguns carros parecem até espaçonaves…

Porém é importante analisarmos a questão pelo lado financeiro, ignorando – pelo menos inicialmente – os sonhos de consumo individuais relacionados a carros.

Será que realmente vale a pena ter um automóvel, arcando com despesas diversas como tributos, seguro, licenciamento, inspeção veicular, combustível, manutenção, financiamento (talvez até tenha esquecido algo)?

Existem várias opções ao automóvel: ônibus, metrô, trem, táxi, bicicleta, a pé…

Daí a questão já não é mais financeira.

É de conforto…

Afinal é necessário concordar que o conforto de um carro, na maioria esmagadora dos casos, é muito maior que a oferecida no transporte público, como ônibus e metrô.

Por outro lado, o estresse que o trânsito gera somado a perda de tempo talvez não justifiquem a manutenção de um automóvel.

Mora perto de uma estação de trem ou metrô? Porque não utilizá-los?

Pense bem.

Eventualmente você precisa ir para locais mais distantes e talvez o desconforto do transporte público possa incomodá-lo? Talvez um táxi seja uma boa pedida.

Posso, por experiência própria, dizer que caso exista a possibilidade de utilizar transporte público, o automóvel passa a ser um artigo de luxo, que visto pelo lado financeiro, não justifica sua manutenção.

Principalmente se a família possui dois automóveis.

Neste caso, o luxo é ainda maior, porque provavelmente um dos carros ficará na garagem durante a semana, e como a família utilizará somente um automóvel no final de semana, sempre haverá um parado.

E isso, conceitualmente, é desperdício porque é a mesma coisa que dinheiro parado debaixo do colchão.

Você acha que tem um patrimônio mas ele se desvaloriza com o tempo, e certamente o correspondente em dinheiro aplicado no mercado financeiro poderia render muito mais.

Pense bem se a manutenção de seu automóvel não é por conta de um luxo ou sonho, ou se realmente é uma necessidade e utilize seus recursos da melhor forma possível.

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Junto com a estabilidade financeira, o crescimento da participação do país no cenário econômico e o amadurecimento do Mercado Financeiro, novas opções de investimentos surgem a cada dia.

Uma das opções que tem crescido nos últimos anos são os títulos emitidos por instituições financeiras relacionados ao Agronegócio.

Estes títulos têm como objetivo final o fomento do mercado produtor, fazendo assim com que ele possua meios para financiamento. Estes papéis têm se tornado cada vez mais comuns nas conversas com gerentes de bancos.

O que antigamente era privilégio de um grupo seleto de investidores, começa agora a expandir-se. Portanto, cedo ou tarde, você terá acesso a essa aplicação e por conta disto, vale a pena interar-se sobre o assunto.

O mais comum atualmente é o LCA – Letra de Crédito do Agronegócio.

Para entendê-lo de forma simples, basta compará-lo a um CDB, porém com pequenas diferenças.

Uma das diferenças entre eles é a tributação.

O CDB possui cobrança de IOF pelos primeiros trinta dias e IR decrescente. Já a LCA é isenta de tributação para pessoas físicas.

Por conta desta particularidade tributária, a LCA possui uma remuneração menor que o CDB, mas a compensação dos tributos faz o título valer a pena.

O CDB possui o FGC (Fundo Garantidor de Crédito) que garante até R$ 60.000,00 do valor aplicado em caso de quebra da instituição emissora. Já a LCA não possui tal benefício, mas diferentemente do CDB somente pode ser emitido com base em títulos que lastreiem sua emissão. Esses títulos são basicamente empréstimos cedidos a empresas do Agronegócio, e serão executados no caso de uma quebra da instituição emissora.

Portanto no CDB o risco de crédito é 100% da instituição emissora, no caso o Banco e, na LCA o risco esta intimamente ligado às empresas do Agronegócio que tomaram empréstimo.

Esse papel – a LCA – é bom para quem investe e bom para quem emite, e no limite bom para o Mercado Agropecuário Brasileiro que se beneficia de uma legislação que fomenta seu crescimento.

Portanto, fique atento, ou se possível pergunte a seu Gerente sobre a possibilidade de adquirir um desses títulos.

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Voltei.

Depois de longas duas semanas sem texto algum, volto a escrever.

Confesso que estava com saudades…

Minha ausência se deve a uma viagem de férias. Uma viagem tardia ao Hemisfério Norte do Planeta Terra, em sua grande parte constituído de países desenvolvidos.

Desta vez, seja por lazer ou por conhecimento cultural – ainda que a viagem tenha sido rápida – fui para os Estados Unidos.

Alguns dizem que é o “Berço do Capitalismo”.

Ouvia dizer que o país era muito organizado, que tudo funcionava e que o respeito ao próximo eram detalhes que chamavam muito a atenção.

Mas, brasileiro que sou, tupiniquim, que achava que o melhor lugar para se viver era o Brasil, não acreditava em um lugar que funcionasse tão bem assim, como um relógio suiço.

Literalmente, paguei para ver.

Não tem sujeira no chão!!! Ninguém joga nada pela janela do carro!!! A buzina é pouco usada!!! Todos se tratam bem, com uma certa distância, é verdade, mas ninguém xinga no trânsito!!! A cidade é planejada!!! Estacionamentos públicos com os “parquímetros” sendo respeitados!!! Nenhuma lata de lixo quebrada por vândalos!!!

Chega, chega. São várias as diferenças de Civilidade.

Você deve estar se perguntando o que isso tem a ver com Finanças Pessoais…

Essa Civilidade evita disperdícios. A Sociedade não se vê obrigada a gastar mais do que deve com os bens públicos porque eles não são quebrados, e sim respeitados.

O país dá oportunidade de trabalho a todos. Imigrantes, jovens, idosos…

Não há exclusão social. Existe educação.

Claro que existem problemas. Alguns grupos, principalmente étnicos, não se misturam. Isso fica evidente. Mas não existe hostilização.

“Cada um no seu quadrado” e assim vivemos em paz e muito bem, obrigado.

A ideia de colocar essa minha experiência aqui no blog, é deixar a seguinte reflexão no ar: “Será que o Brasil chega lá?”

Ao voltar para minha pátria, acompanhando os noticiários vi discussões pequenas tomando espaço desproporcional na mídia, como qual estádio sediará a abertura da Copa do Mundo…

Tudo bem, o futebol é o primeiro esporte do país, mas porque ninguém está discutindo como está sendo feita a preparação dos atletas que nos representarão nas Olimpíadas de 2016 ou os planos de governo dos candidatos a Presidência da República?

Enquanto não abrirmos os olhos – e digo como Sociedade, independente de credo, religião, time de futebol, partido, opção sexual, seja lá o que for – para questões relevantes da nossa Qualidade de Vida, terceirizando decisões importantes, acho pouco provável que sejamos um país de Primeiro Mundo.

Seremos sempre Emergentes – da lama.

E você, o que acha?

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Quem já não pensou na possibilidade de ter um “bichinho” de estimação?

Seja quando criança, pedindo um lindo cachorrinho em seu aniversário, seja já adulto, que tem que atender ao pedido do filho, ou então até mesmo sua própria vontade, senão necessidade, de movimentar um pouco a casa.

Seja lá qual for a circunstância, o fato é que dúvido que nunca tenha pensado na hipótese…

Mas – sempre o “mas” – acontece que neste processo de inclusão de um novo “familiar” algumas outras obrigações são assumidas.

Algumas obrigações são, obviamente, relacionadas aos cuidados que este novo ente deve receber: carinho, atenção, amor…

São as “obrigações” afetivas. Coloco como obrigação, pois entendo que não faria sentido a aquisição de um bicho de estimação sem contar com essas responsabilidades.

Porém o ponto que gostaria de chamar a atenção está relacionado às obrigações financeiras.

Ao assumir o compromisso de cuidar de um outro ser vivo, é importante ter em mente que isto custa.

Não quero parecer racional demais. Quero somente alertar.

É muito comum vermos no novo dono – ou seria pai? – um arrependimento pós-aquisição ao verificar o quanto a aquisição de um bicho de estimação pesa no Orçamento Doméstico, seja ele qual for.

Peixes, cachorros, gatos, pássaros, tartarugas…enfim todos eles precisam alimentar-se, efetuar sua higiene, serem vacinados, irem ao pediatra – ou seria veterinário?

E isso custa…

Desta vez não tenho a menor pretensão de abrir uma comunidade no Orkut.

Não, essa definitivamente não é a intenção.

Apenas quero chamar a atenção para a necessidade de se fazer um levantamento financeiro cuidadoso do quanto será gasto de tempo e dinheiro que este ser que passa a depender de nossos cuidados, como forma principalmente de respeito tanto ao novo pai – ou seria dono? – e ao novo filhote.

Ou você gostaria de ser adotado e depois devolvido ao orfanato porque seus novos pais não haviam pensando que você precisava estudar, alimentar-se, dormir, ter roupas?!

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A vida é feita de mudanças.

Afinal não faria sentido passarmos 60, 70, 80 anos vivendo do mesmo jeito…

Seria um desperdício.

Mudanças significam novas experiências. Viver a vida em sua plenitude.

Por muito tempo ouvi frases “prontas” ou “enlatadas” sobre o assunto e não dei bola.

“Ela deve vir de dentro de você”; “A primeira pessoa que você consegue mudar é você mesmo”; “Não terceirize culpas”; “O mundo muda quando você muda”; “O desconhecido só o é assim porque você ainda não o conheceu”; “Se quer alcançar coisas diferentes, então aja de forma diferente”…

A mudança traz aquele friozinho na barriga, da expectativa sobre o desconhecido.

Sair da zona de conforto não é fácil.

Ou será que nós fazemos isso tornar-se difícil?

Gosto de todas as frases mencionadas acima. Mas tem uma que é de minha preferência.

“Se quer alcançar coisas diferentes, então aja de forma diferente”.

M A R A V I L H O S O ! ! !

Essa frase é inspiradora.

O responsável por seu sucesso é você. Não esqueça disso.

Somos livres para efetuar nossas escolhas, em qualquer campo de nossas vidas: saúde, financeiro, amoroso, profissional…

Não terceirize. A bola está com você. A direção e intensidade do chute é você quem dá.

Aja diferente. Tente.

O resultado certamente será outro.

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Estamos em uma era onde devemos evitar desperdícios.

Nosso Planeta clama por cuidados…

Devemos evitar os desperdícios de todos os tipos e em todas os momentos.

O banho deve ser rápido. Cada minuto a mais significa litros de água sendo jogados fora, literalmente.

O vaso sanitário tem dois botões. Uau! Tecnologia de ponta.

Ok, não entrarei em detalhes sobre para o que cada um serve…

Até a Gisele Bundchen já disse que faz “xixi” durante o banho para economizar a água da descarga.

Também é preciso reciclar.

Garrafas de refrigerante, latinhas, caixas de papelão, sacolas plásticas…

Diria que para cada um destes “insumos” ou materiais, existem várias ONGs (Organização Não Governamental) que se dedicam única e exclusivamente a sua proteção.

Justo. Afinal, durante séculos, o ser humano utilizou o material do Planeta de forma irresponsável e inconsequente. Está mais do que na hora de prestarmos mais atenção em nossos hábitos.

Seja consciente, não desperdice.

Mas, o que dizer sobre o despercídio de Tempo?

O Tempo hoje é escasso. Precisamos fazer tudo, ao mesmo tempo, agora, já!

A Internet. O Mundo Globalizado. O corre-corre do dia a dia. Os filhos. A escola. O curso de especialização. O projeto. As ONGs. Reuniões de trabalho…

Ah! Reuniões de trabalho…

Quem nunca participou de reuniões de trabalho que não levaram a nada e que foram convocadas pelo chefe, diretor, presidente?

E não estou perguntando se você algum dia na sua vida participou de alguma reunião assim. O período é menor. Pode ser no último mês ou até mesmo semana.

Muitas vezes tem-se cinco, seis, dez pessoas durante uma, duas, quatro horas em reuniões importantíssimas, marcadas de última hora.

Reuniões caras, pois se somarmos quanto cada um dos integrantes ganha por hora e quanto estão deixando de produzir, o desperdício fica evidente.

Isso quando não marca-se reuniões com, digamos, dez pessoas e metade não chega na hora.

Atrasos são muitas vezes atos inconsequentes…

Uma hora de atraso de uma pessoa não representa apenas uma hora de atraso. Este atraso deve ser multiplicado pelo número de participantes daquela reunião que, por muitas vezes, estão aguardando apenas aquele figurão chegar para iniciar a discussão.

Conta simples: em uma reunião de nove pessoas, onde uma chega uma hora atrasada, temos oito horas de atraso.

Um dia de trabalho inteirinho jogado no lixo!!!

Daí, o senso de urgência e falta de tempo toma conta do ambiente e ninguém sabe dizer o porque.

O Diretor convoca uma reunião, de última hora, para analisar os números do trimestre anterior, fazendo com que grande parte de uma equipe deixe de dedicar tempo para os clientes da empresa para compensar a falta de administração, gerência do tempo, confiança e até mesmo respeito dele.

É um efeito dominó que ataca todos níveis de uma empresa, e no limite de nossa sociedade.

Pronto. Agora já sei qual ONG ou comunidade no Orkut ou Facebook vou criar (Clique aqui e participe).

EVITE O DESPERDÍCIO…de TEMPO!!!

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EXTRA!!! EXTRA!!!

Clique no Jornal abaixo e acesse matéria publicada com este humilde escritor no Jornal O VALE de 20 de Julho de 2010.

 O VALE

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Tomar uma decisão não é um processo fácil e na maioria das vezes pode “empacar” sua vida – não somente a financeira.

O processo de tomada de decisão é difícil para qualquer indivíduo. Acredito que a diferença esteja na execução dela não na construção lógica do raciocínio.

Quem nunca se deparou com uma situação “Y”, onde tem-se dois caminhos a seguir e estes são necessariamente excludentes naquele momento?

Para resumir: ou um ou outro…

Vários fatores influenciam no processo de tomada de decisão.

Destaco três em especial: o tempo, a necessidade, lógica.

Muitas vezes temos pouco tempo para tomar uma decisão. Não é possível analisar todos os prós e contras de uma determinada situação. Isso sem dúvida prejudica a qualidade do raciocínio.

A necessidade nos faz tomar decisões também. Em muitos casos a decisão é necessária para promover alguma mudança, melhoria ou até mesmo algo movimento para tirar alguma empresa, funcionário ou até nós mesmos de nossa zona de conforto.

Por fim, a decisão precisa ter um raciocínio lógico. As peças precisam se encaixar. É preciso ter um bom motivo para a decisão. Decidir por decidir não soa razoável. A decisão precisa ser embasada, clara, bem explicada. Ações que não tem fundamento são difíceis de serem implementadas.

Fácil, não?!

Você precisa decidir agora, algo extremamente importante, com base no maior número de informações possível…

É importante lembrar também, que as decisões são subjetivas, dependendo do histórico de cada indivíduo acerca de determinado assunto.

Quando se é um líder então, não se pode pestanejar.

Para aqueles que chegaram até aqui na leitura, se ao ver uma referência a liderança acabaram acalmando-se pois não se consideram líderes, lembrem-se: podemos não exercer liderança sobre uma equipe ou família, mas certamente ninguém será mais líder sobre as decisões de sua Vida do que você mesmo…

Essas decisões não são tercerizáveis, o que faz com que qualquer um encontre-se na situação de tomada de decisão em vários instantes do dia.

Se ainda assim for difícil tomar uma decisão, minha dica é tomá-la virtualmente em diferentes momentos de um determinado.

Nosso humor muda diversas vezes durante um dia. O que dizer então sobre períodos maiores…

Tente tomar esta decisão ao acordar. A resposta é sim? Então agora toma esta decisão após o almoço. Continua? E antes de dormir? Talvez seja interessante pensar nisso durante o final de semana, quando estiver mais descontraído.

A resposta é a mesma em diversos momentos? Em todas as vezes que reflete sobre o assunto a conclusão é a mesma?

Tenha certeza então de que a decisão já está tomada.

Falta agora executá-la…

Mas não deixe para depois, pois já que a conclusão do raciocínio por diversas vezes foi a mesma, então certamente é algo que precisa ser feito e provavelmente não deve ser postergado.

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O tema dinheiro gera assunto para muita discussão. Quanto a isto não há dúvidas. Afinal já escrevo há 18 meses sobre este tema e toda semana existem assuntos novos.

Quando associado as relações conjugais a discussão estende-se ainda mais.

Tem todo tipo de discussão…

Desde as mais tranquilas até as mais quentes e reveladoras de insatisfações reprimidas.

É bem verdade que as últimas são mais frequentes. Infelizmente…

Duvida?

Tente então abordar este assunto durante um almoço de domingo entre familiares. Aqueles almoços onde estão todos os tios, primos com suas namoradas e primas com seus maridos.

Uma confusão de vozes será instalada rapidamente.

Discordância de opiniões, debates ásperos, caras feias…

Ao assumir um relacionamento mais sério, na maioria das vezes sem perceber, você está também “assinando” um contrato de Sociedade.

Em qualquer Sociedade os participantes possuem direitos e obrigações, que deveriam ser bem discutidos antes de a relação iniciar.

O ponto é que quando falamos de relações conjugais dificilmente este acordo é feito antes. Em quase todos a discussão só começa depois de iniciada a relação.

Geralmente com isso aparecem alguns desconfortos entre o casal.

Um desconforto bem comum é a utilização – ou não – de uma Conta Conjunta.

Esta questão acaba aparecendo como um problema e nunca como uma solução.

Daí, a relação antes prazerosa, passa a ser minada por discussões acerca da utilização do dinheiro pelo casal.

E é aí que mora o perigo. Quando o casal começa a entender o dinheiro como um fim e não um meio de obtenção de seus sonhos, as discussões tornam-se mais frequentes. Quando não acabam com o próprio relacionamento.

O importante é provocar uma conversa franca sobre o assunto, mas principalmente entender que a questão central não gira em torno do dinheiro em si, mas sim da colaboração e do respeito mútuo acerca dos sonhos e vontades do casal.

Assim o dinheiro poderá ser aproveitado em benefício do casal, que ao unir forças conseguirá alcançar muito mais objetivos do que se encarassem os desafios separadamente.

A Conta Conjunta?

Ah, sim…

Mais importante do que entrar em comum acordo para a abertura de uma Conta Conjunta é também juntar esforços para alcançar os sonhos e aspirações de cada um, respeitando as vontades individuais.

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Sugestão de texto enviada por Flaviana Cerqueira. Espero que aproveitem a leitura…

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Você receberá um corpo.

Você pode gostar dele ou odiá-lo, mas ele será seu enquanto durar seu tempo aqui.

Você fará um aprendizado.

Você está inscrito por tempo integral numa escola informal chamada VIDA.

A cada dia, nesta escola, você terá a oportunidade de aprender lições.

Você poderá gostar das lições ou achá-las estúpidas ou irrelevantes.

Não existem erros, apenas lições.

Crescer é um processo de tentativa e erro: EXPERIMENTAÇÃO.

Os experimentos “fracassados” são parte do processo, tanto quanto o experimento que efetivamente “funciona”.

Uma lição será repetida até que seja aprendida.

Uma lição lhe será apresentada de formas variadas, até que você a tenha aprendido.

Quando a tiver aprendido você passará a lição seguinte.

O aprendizado nunca termina.

Não há parte da vida que não contenha suas lições.

Enquanto você estiver vivo, haverá lições a serem aprendidas.

“Lá” não é melhor que “aqui”.

Quando o seu “lá” tiver se tornado um “aqui”, você simplesmente obterá um outro “lá”, que novamente parecerá melhor do que “aqui”.

Os outros são meramente seus espelhos.

Você pode não amar ou odiar algo em outra pessoa, a menos que isso reflita algo que ama ou odeia em si mesmo.

O que você faz de sua vida é escolha sua.

Você possui todas as ferramentas e recursos de que precisa. O que fará com eles depende de você. A escolha é sua.

SUAS RESPOSTAS ESTÃO DENTRO DE VOCÊ

AS RESPOSTAS ÀS QUESTÕES DA VIDA ESTÃO DENTRO DE VOCÊ

TUDO O QUE VOCÊ PRECISA FAZER É REVER, OUVIR E CONFIAR.

Você se esquecerá de tudo isto.

Você poderá se lembrar quando quiser.

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